A companhia aérea Azul está intensificando cortes na sua operação, devido a alta de preços do combustível de aviação provocada pela guerra no Irã. De acordo com John Rodgerson, CEO da empresa, a intenção é proteger o caixa diante de incertezas e pressão sob custos.
“Quando fizemos os cortes iniciais, pensávamos que a guerra já teria terminado. Mas ela continua, então vamos seguir reduzindo algumas frequências quando houver oportunidade, para garantir que estamos operando apenas os voos que fazem sentido”, disse o CEO à agência de notícias Reuters.
Ele afirmou que as maiores empresas aéreas reduziram a capacidade para que as operações sejam alinhadas à demanda num cenário de custos altos. A azul deve seguir o exemplo e aprofundar ajustes adotados, se o conflito continuar pressionando gastos da empresa.

