Esculacho total: Jojô Todynho fora do trio de Bell e Capetinha expulso do BBB

Na boca de Matilde

#No Gandhy não falta homem
Ninguém aguenta mais essa choradeira chata de mulheres solteiras que dizem não ter homem hétero o suficiente para dar conta da demanda reprimida. Sim, quem reclama da baixa oferta tá se queixando de escassez de material. Amadas, vocês estão procurando no lugar certo? Experimentem passar um tempinho coladas no cortejo dos Filhos de Gandhy sem vestir o figurino de “não me toque, mas me toque”. Eu duvido, minha camarada, e por experiência própria, que você não saia com pelo menos uns cinco colares para contar história e alguns convites para espantar, na alcova carnavalesca, essa sensação de que falta interessados em trocar fluídos contigo.

#Localização em tempo real
A Meta deveria fazer uma pesquisa sobre o uso desse recurso durante o Carnaval. Ô negocinho que salva vidas e que gasta bateria, viu? Mas é ótimo para quem procura os amigos e maravilhoso também para quem está avulso. Tem aquela que você manda para achar quem se quer e tem aquela que você envia para conseguir evitar quem não quer. Atire a primeira pedra quem nunca deu perdido assim.

#Todynho se retou
“Eu estava esperando Pedro e Michelle, porque eu fui pela frente, mas era lá na parte de trás. Pegaram isso e postaram dizendo que eu fui barrada no trio de Bell. Não gostar de mim é um direito de vocês. Não faço questão que gostem. Agora, inventar mentira é feio demais!”

Jojo Todynho, cantora, ao jurar de pé junto que não foi impedida de entrar no trio de Bell Marques no Circuito Barra-Ondina, embora as línguas venenosas garantam que não foi bem assim que a banda tocou

Que porra é essa?
Há um ditado popular que diz mais ou menos o seguinte: “Tirar o capeta da garrafa é fácil; difícil é colocar o bichinho de volta”. Pois bem. O pessoal do novo BBB descobriu isso na pele, quando o pentacampeão Edilson, mais conhecido como Capetinha, resolveu mostrar o que acontece quando se deixa a miniatura baiana do Tinhoso livre, leve e solto. Em pleno sábado de Carnaval (14), Capetinha resolveu aprontar outra diabrura quando um participante do reality, Leandro Boneco, inventou de atrapalhar o sono da peça. Deu no que deu, incluindo ameaças, agressão e expulsão. No caso, exorcismo, vamos combinar.

Esperavam o quê? Santidade ou bom comportamento? O sujeito já entrou armado em concentração, deu tiro para o alto, bateu em treinador (alô, Evaristo de Macedo!), brigou com diversos colegas nos times que passou, protagonizou quebra-paus homéricos, foi preso pelo menos quatro vezes por atrasar pensão alimentícia, acumula dívidas milionárias e chegou a ser investigado pela PF por suspeita de lavagem de dinheiro, corrupção e tráfico de influência em um esquema de fraudes com pagamentos de loterias da Caixa. Em resumo: esse é o típico caso de imprudência da vítima que resolve destampar a garrafa do protótipo do cramulhão dentro de casa.

Não vá, não leia, não ouça
Sabemos que é esculacho velho, mas não custa relembrar. Se der aquela vontade de fazer o número um em qualquer festa popular, pense bem antes de entrar em banheiros químicos. Se for número dois, então, não só reflita antes, como peça proteção a Expedito, o santo das causas urgentes, já que a chance fazer o número três, no caso, aquela vomitada básica, é maior do que achar xixi e cocô espalhados pelas ruas da cidade em dias de folia de rua.